Um norte, um rio, o sol, calor, a chuva,
uma floresta, construções civis, o caos do trânsito,
pessoas calorosas, amigas, agitas e nervosas,
rosto cansado, pele maltratada, mais feliz,
pele bem cuidada, mais olhar triste,
textos e contextos,
religião, educação, pesquisa…
O que me afeta é o que me constrói
1 Comentário
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Minha querida, como anda o trabalho por aí? Li agora esta tua notação e pensei: O que te afeta é também é o que te atravessa, te desestabiliza, te desconstrói…difícil, lidar com a desestabilização. Suely Rolnik – que tanto me mobiliza – nos fala da possibilidade de constituirmos uma nova política de plasticidade, partindo da desestabilização em nossos processos critivo. Bonito isso, não é? Mas sai sangue, também…será que um dia aprendemos a não sofrer? abraços e parabéns pelas inquietações, andréa